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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Qualidade de Morte

Em tempos de constantes recomendações para a prática de exercícios físicos e uma alimentação balanceada, parece estranho se falar em qualidade de morte ao invés de qualidade de vida. Mas esse foi o tema de um trabalho feito pela unidade de inteligência da revista “The Economist”.

O estudo inédito que compara os cuidados com pacientes terminais em diversos países coloca o Brasil entre os piores lugares para morrer. E não adianta pensar em se mudar para outro país para ter uma morte mais digna, porque mesmo países com bons sistemas públicos de saúde, como Dinamarca, Finlândia e Coreia do Sul, receberam pontuações baixas.

Se quiser ler a matéria completa clique aqui.

É melhor ser feliz do que ser triste.

Eu acho melhor escapar fedendo do que morrer cheiroso.


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Três amigos estavam conversando quando um comentou sobre o que gostaria de ouvir (como se pudesse) em seu próprio velório.
- Eu gostaria de ouvir: ele foi um homem bom, caridoso, que soube educar sua família.
- Ah, eu gostaria de ouvir: ele foi um homem trabalhador, esforçado, que construiu todo seu patrimônio com o suor do seu trabalho. E você? – Perguntou ao terceiro.
- Eu gostaria muito de ouvir: “Nossa! Ele está se mexendo!!!”

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Alimentação saudável

Um tema bem batido é a tal qualidade de vida.

Para se ter uma boa qualidade de vida é preciso ter uma alimentação balanceada, praticar atividades físicas, e estar bem espiritualmente.

Sobre alimentação, um recente relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta alta presença de agrotóxicos nos alimentos – frutas, verduras, legumes e grãos - consumidos pelos brasileiros. Das 3.130 amostras de 20 alimentos coletadas pela agência em 2009, 29% apresentaram algum tipo de irregularidade, como resíduos de agrotóxicos acima do permitido e ingredientes ativos não autorizados.

Veja abaixo a tabela de com os casos mais graves:


Produto Total de amostras insatisfatórias
Pimentão 80%
Uva 56,4%
Pepino 54,8%
Morango 50,8%
Couve 44,2%
Abacaxi 44,1%
Mamão 38,8%
Tomate 32,6%
Beterraba 32%
Arroz 27,2%
Cenoura 24,8%
Repolho 20,5%
Cebola 16,3%
Laranja 10,3%
Manga 8,1%
Maçã 5,3%
Banana 3,5%
Feijão 3%
Batata 1,2%

Para reduzir o consumo de agrotóxico em alimentos, a Anvisa recomenda que o consumidor opte por produtos com origem identificada. Essa identificação aumenta o comprometimento dos produtores em relação à qualidade dos alimentos, com adoção de boas práticas agrícolas.

É importante, ainda, que a população escolha alimentos da época ou produzidos por métodos de produção integrada (que a princípio recebem carga menor de agrotóxicos). Alimentos orgânicos também são uma boa opção, pois não utilizam produtos químicos para serem produzidos.

Os procedimentos de lavagem e retirada de cascas e folhas externas de verduras ajudam na redução dos resíduos de agrotóxicos presentes apenas nas superfícies dos alimentos. “Os supermercados também tem um papel fundamental nesse processo, no sentido de rastrear, identificar e só comprar produtos de fornecedores que efetivamente adotem boas práticas agrícolas na produção de alimentos”, afirma Meirelles.

Fonte: G1

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Transporte público

Hoje mesmo eu estava conversando com umas pessoas que trabalham em São Paulo, ou Osasco, e moram em Mogi, Santa Isabel... Ou seja: duas horas ou mais pra ir pro trabalho, duas horas ou mais pra voltar do trabalho. Isso se não chover, se não for véspera de feriado prolongado, ou acontecer um acidente grave na marginal.

O Jornal Nacional de hoje exibiu uma matéria do Rio de Janeiro, onde pessoas estão optando por morar nas favelas devido a proximidade ao local de trabalho e a facilidade de locomoção. Veja esse trecho:

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Uma educadora fez uma pesquisa com mais de 500 moradores de 16 favelas no Rio de Janeiro para saber quais eram os pontos positivos e negativos de se viver nas comunidades. A principal reclamação é a violência. E para a maioria, o mais importante são a proximidade do trabalho e a facilidade de locomoção.
“Se eu quiser ir para o trabalho, eu atravesso a passarela e estou no trabalho, muito prático. Não tem esse negócio de ficar esperando uma hora por um ônibus. Não saio daqui, não”, disse Nateci Rodrigues.
“Ganha mais qualidade de vida, ganha mais tempo para você dormir, para você acordar, para lazer, tudo isso. Interfere toda a sua vida de um modo geral”, disse Jackson Cruz da Fonseca.
"
O transporte público é tão ruim que é preferível morar em lugar violento, e ainda ser possível dizer que se ganha em qualidade de vida.

Quem entender, me explica.